Home
 
     (Escolha uma das áreas abaixo)
    Dicas
    Atitude
    Percepção
    Motivação
    Capacitação
    Competência
    Estratégia
    Planejamento
    Metas
    Realização
 
Parceiros Globais
Administração Sustentável (Por Sérgio Dal Sasso)
Imprima esse artigo Envie para um amigo Índice  

 

O que podemos dizer sobre os mercados e a conjuntura econômica mundial. Existe um limite natural em tudo, toda bola estoura, e o risco da garantia dos volumes é o esquecimento das especificações básicas do jogo que estamos praticando, principalmente quando nos orientamos pelo que os outros estão fazendo, se esquecendo se realmente temos condições de praticar a mesma coisa. 
    

Administrar de olho no mercado e suas possibilidades de conquistas às vezes fazem com que nos esqueçamos dos parâmetros lógicos de que negócios pedem por controles e que controles, acima de sistemas impecáveis, devem estar dotados de gente capaz de analisá-los antes do caos.
           

Todo crescimento necessita de demandas, e na contra partida nos meios competitivos, empresas acima do talento coletivo (poder de troca com ênfase nos objetivos) pela criação “do surpreender”, não podem perder o espírito analítico pela euforia de crescer a qualquer preço e prazo. 
           

No mundo não temos mágica, mas lógica, pois tudo que to falando é resultante das décadas de fusões e aquisições geradoras de estratégias que beneficiam escalas ajustando e consolidando participações, mas que também aceleram as reduções de mão de obra que por conseqüência se alocam em outras atividades e desafios, que nem sempre garantem um consumidor estável, mas que mesmo assim gasta e temos que aprender a trabalhar. 
           

Não sendo economista, mas ciente do representa a guerra dos mercados dos que produzem e servem, é fato que a segurança, do ponto de vista de garantias e estabilidade dos indivíduos (consumidores), já não é a mesma e assim crescer não mais significa saber atender a clientes seguros ou os que respondem por operações de baixo risco. 
           

O mundo viveu uma seqüencial década de crescimento, porém boa parte disso impulsionado por estímulos ao alongamento dos endividamentos pessoais (maior do que a renda) do curto, ao médio e por fim o longo prazo. Numa amplitude maior sobre isso fica a pergunta: O que vale mais, crescer menos, mas sustentavelmente, ou ser um “cachorrão” sem coleira mordendo a primeira presa que aparece?
           

Senhores estrategistas: 
           

Será que seu budget foi orientado para expansão de vendas, e se positivo qual a proporção do risco dessa expansão? Será que vale a pena repassar metas quantitativas sem uma revisão analítica que aprofunde os efeitos da conjuntura atual, ampliando as possibilidades dos caminhos, intensificando os controles e amenizando os efeitos do volume pela rentabilidade? 
           

Nesse primeiro artigo do ano vou alertar com uma visão pessoal. O que vem pela frente atinge a todos e amplia a necessidade de interpretação profunda sobre o que dispomos e o talento necessário para criar garantias que propiciem nossa evolução. 
           

No jogo do futuro quem vende é o conjunto, sem cérebro individual de Rei ou Rainha, mas com um compartilhamento (fornecedores, colaboradores e mercado) que propicie garantias de que o que está saindo, tem retorno.
           

Aguardemos os resultados em 2008, 2009, mas antecipe e revise seus planos, pois nossos barcos não vão mais navegar sem o uso de todas as velas. Se errar pela cautela, “please” às vezes uma boa cardeneta de poupança é melhor do que traficar cocaína.

Sérgio Dal Sasso

www.sergiodalsasso.com.br

falecom@sergiodalsasso.com.br

 

 

 

Sérgio Dal Sasso: Consultor Empresarial, escritor e palestrante. Palestras em administração, empreendedorismo, vendas e educação profissional.

Imprima esse artigo Envie para um amigo Índice