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A vida é um bolo recheado de fatos com cobertura de momentos. Rotinas são as seqüências daqueles que não percebem as oportunidades. Crescemos pela pratica de atitudes acima do convencional, através de ações que ultrapassam os limites daquilo que os outros esperam de nós, coisas que fazem com que sejamos percebidos mesmo quando sentados na arquibancada de um clássico de futebol.
Sempre gosto de lembrar de uma frase psicografada por Chico Xavier: Deus nós dá a cada dia uma pagina nova no livro da vida, porém aquilo que colocarmos nela corre por nossa conta. Acho que é isso, sua luz vai intensificar o brilho na proporção e avanço do sentimento da própria utilidade e identidade do que pensa em fazer e o que realmente consegue. Uma vida pode ser considerada pelo ciclo completo, entre o nascimento e morte, ou pode ser reduzida em pequenos espaços, como o nascer e fechar de um dia. O poder da renovação sempre será maior com aqueles que conseguem teorizar e praticar no menor tempo possível, não tanto pelo fator rapidez das ações, mas pela periodicidade de oportunidades criadas e conseqüentes acúmulos de vivencia em conjunto com a produção de melhores alternativas para geração de soluções.
Pessoas brilhantes no mundo de negócios são aquelas que normalmente fecham seus dias questionando que o tempo foi curto. Na verdade tal questionamento é devido ao sentimento de falta pela ausência de respostas dos outros que provavelmente não estão tão conectados com o seu ritmo, disposição e capacidade. Os solucionadores sofrem por estarem acima da média do mercado, mas fazem parte dos desejos de todos os clientes, de todos os consumidores quando da procura por respostas, suporte e soluções as suas necessidades. Por outro lado também fazem parte do desejo das empresas, que buscam por um conjunto competitivo e multi-especializado.
A certeza do caminho escolhido, parte pelo sonho, identificação e prazer dentro do que se pretende fazer, pois o recheio do bolo independe de ser convencional, inovador ou revolucionário. Para tudo existe um publico e diversidades de gostos esperando pelo que comprar através de um conjunto decisório que reunirá a avaliação do que se oferece com o como se oferece.
As pessoas trabalham ou buscam muito pelo que vêem e pouco pelo que sentem e nem tudo que se pretende atingir pode ser tocado, mas tem que ser sentido para que um caminho possa ser aberto. O dinheiro pode até entrar e continuar entrando, mas seqüências sem sentimento pela causa, provocam depressão e fazem do prazer uma obrigação e rotina. Um bom começo é qualquer coisa que consiga integrar sua identidade pessoal com a profissional, porque essa historia de não levar o trabalho para casa é para quem vive dois mundos, um como obrigação e o outro como televisão.
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Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, escritor e palestrante. Palestras em administração, empreendedorismo, vendas e educação profissional. |